Prazer, sou a Elaine
Psicóloga (CRP-12/16897) e neuropsicopedagoga.
Atendo por videochamada, em português, no Brasil e no mundo.
Sou Elaine Cristina Zuchi, psicóloga e neuropsicopedagoga (CRP-12/16897).
Acredito que pedir ajuda é um ato de coragem, e que ninguém deveria atravessar sozinho aquilo que pesa.
A ansiedade chegou antes da psicologia
Por volta dos 12 anos, eu já convivia com a ansiedade. Aos 14, tive meu primeiro ataque de pânico e precisei de ajuda para entender o que estava acontecendo comigo.
Hoje, quando alguém me descreve o coração acelerado e a certeza de que algo terrível vai acontecer, eu não preciso imaginar. Eu lembro.
A psicologia, ela mesma, entrou por uma porta bem comum: uma conversa com meu irmão mais velho.
Ele me contou do trabalho de uma psicóloga na empresa onde trabalhava, que preparava os líderes de cada setor, e eu, terminando o curso técnico em segurança do trabalho, enxerguei ali um caminho possível.
Entre a indicação dele e a vontade de entender a minha própria ansiedade, escolhi a psicologia.
Venho de uma família simples.
Meu pai é caminhoneiro, minha mãe estudou até a quarta série.
Paguei meu caminho: o estágio em psicologia não cobria a mensalidade da faculdade particular, integral e sem bolsa, e no último ano, sem conseguir pagar, meu nome foi parar em cartório.
Cheguei ao diploma com uma certeza que carrego até hoje: constância leva mais longe do que condições perfeitas.
O encontro com a psicologia baseada em evidências
Entrei na psicologia procurando ciência.
Na graduação, as matérias que me prendiam eram neuroanatomia, neurofisiologia e farmacologia, o funcionamento concreto do cérebro.
A psicologia que eu procurava, com métodos testados e resultados medidos, fui encontrar fora da sala de aula, estudando por conta própria.
Foi assim que cheguei à Terapia Cognitivo-Comportamental, e mergulhei: fiz as formações e, depois de formada, a supervisão clínica da minha prática.
Na TCC, me conquistou o que ela tem de mais simples: um tratamento com começo, meio e fim.
Cada demanda tem um protocolo próprio, testado em pesquisa, com técnicas que você aprende na sessão e leva para a vida.
É uma das abordagens mais estudadas do mundo e referência internacional no cuidado da ansiedade e da depressão. Entenda melhor como a TCC funciona.
Como eu trabalho
Minha marca é unir acolhimento e direção.
Você fala no seu ritmo, do seu jeito, e eu cuido para que cada sessão tenha um objetivo claro.
No começo de cada consulta, definimos juntos o tema do dia. No fim, você sai com algo concreto para praticar na semana.
- Plano com começo, meio e fim, com número estimado de sessões e metas definidas com você
- Protocolos específicos para cada demanda, como ansiedade social, pânico ou depressão. Trabalho com as referências da TCC que uso no dia a dia, como Judith Beck, o manual de protocolos de David Barlow, Clark e Beck para os transtornos de ansiedade e as técnicas de Robert Leahy
- Evolução medida de verdade: uso escalas validadas, como as escalas Beck de ansiedade e de depressão, e de tempos em tempos você recebe um relatório em PDF mostrando de onde você partiu e onde está
- Tarefas entre as sessões, porque a mudança acontece na sua semana, não só nos 50 minutos
E uma convicção que repito para quem chega: um passo de cada vez.
Às vezes a resposta de uma sessão só faz sentido duas ou três semanas depois, e tudo bem.
Cada pequeno avanço na direção do que te trouxe já é tratamento acontecendo.
Hoje também supervisiono colegas psicólogos na prática clínica deles, inteiramente online.
Atendo das 8h às 20h e, algumas vezes na semana, abro horários no almoço, porque sei que para muita gente é o único momento possível. Veja como funciona o atendimento.
Atendimento sem fronteiras
Atender brasileiros em mais de 10 países me ensinou algo que os números não mostram: dá para construir uma vida melhor lá fora e, ainda assim, se sentir profundamente só.
Quem mora fora me conta da sensação de nunca pertencer de verdade, de viver pisando em ovos num país que não é o seu, de ser visto como exagerado por ser caloroso do jeito brasileiro.
Na terapia, em português, essa tradução constante fica do lado de fora: você fala e é entendido, sem legenda.
Escrevi mais sobre isso no artigo sobre terapia para brasileiros no exterior.
O que eu atendo (e o que não atendo)
Atendo adultos e adolescentes a partir de 13 anos, sempre online.
Quando o caso pede, faço avaliação de personalidade e de humor com instrumentos validados.
Não atendo demandas de neurodesenvolvimento, como autismo e TDAH, nem avaliações que exigem testagem presencial. Nesses casos, o caminho certo é um profissional presencial, e digo isso com tranquilidade.
Formação e registro
Bacharela em Psicologia pela Faculdade Guilherme Guimbala, em Joinville, com conclusão em 2018, e pós-graduada em Neuropsicopedagogia Clínica pela Faculdade CENSUPEG (2023).
A neuro me deu o mapa das funções do cérebro, e é ela que aparece quando eu explico o que acontece no seu corpo durante uma crise.
Formação continuada em Terapia Cognitivo-Comportamental e áreas ligadas à prática clínica:
- Formação em Terapia Cognitivo-Comportamental (2023, 93 horas)
- Formação em Psicopatologia (2023, 103 horas)
- Programa de Terapia Cognitivo-Comportamental voltado ao público leigo (2023, 38 horas)
- Intensivo de Psicofarmacologia (2023, 17 horas)
- Intensivo de Suicídio: manejo clínico (2023, 10 horas)
- Extensão em Teoria e Prática em Terapia Cognitivo-Comportamental (2015)
Fora do consultório
Fora daqui, minha vida é simples.
Fins de semana com a família, cafés e restaurantes novos com meu marido, as plantas, um passeio a cavalo quando dá.
Sou apaixonada por Joinville, a cidade das flores, das bicicletas e das melhores cafeterias que eu conheço.
Quando sentir que é a hora, eu te espero
Você não precisa ter todas as respostas para começar.
Mande uma mensagem e damos o primeiro passo juntos, no seu ritmo.